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"É sempre legal ver obras que quebram a mesmice e provam que podem sair da fórmula padrão.
E é isso que esse conto me mostrou, pois em vez de focar só no apocalipse e nos zumbis, se aprofunda mais na psiquê humana e sobre o estado psicológico do protagonista enquanto enfrenta o caos, coisa que não acontece nas grandes mídias, onde os protagonistas geralmente aceitam a nova realidade em questão de poucos dias".
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"O que resta da humanidade?
Neste livro, somos levados e quase que obrigados a sentir as mesmas emoções do personagem principal, que luta contra zumbis amarelos de diferentes contaminações até chegar no Terraço, numa jornada eletrizante e viciante. Terraço é aquele tipo de livro que podemos ler de uma vez só, de tão envolvente e viciante, principalmente quando terminam os capítulos"
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"Eu gostei bastante deste conto, rápido e direto ao ponto, sem aquela novela que tem se tornado as histórias de zumbi.
Tem um quê de Romero, que vai direto ao ponto do embate entre homens e zumbis.
Por que eu falei que é promissor? Porque no final você fica com aquela sensação de que vem algo a mais nessa história....
Leitura rápida e prazerosa, boa pra um fim de noite!"
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"A escrita de Juliano é bem cativante e nos conduz por uma jornada tensa e emocionante enquanto acompanhamos a verdadeira batalha para permanecer vivo desempenhada pelo protagonista, degrau a degrau daquela construção infestada de mortos-vivos, rumo ao terraço, sua esperança de salvação.
Recomendo demais! Ansioso pelas próximas histórias que virão para ampliar ainda mais este universo que já se mostrou bem interessante!"
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"Eu gostei e recomendo!
"Com um mundo devastado, acompanhamos o protagonista numa eterna e difícil luta por sobrevivência, tem cenas de ação mas também de reflexões. É o 3° livro do autor que leio e tenho uma ótima experiência".
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"Com um personagem que não sabemos muito, seja nome, características, nem nada, é angustiante ver sua batalha, não só pra permanecer vivo, como sobreviver aos corpos amarelos e não ser devorado ou virar um deles.
Gostei demais também das variantes e o final com aquele sopro de uma esperança meio difícil em se ter, mas que é possível".
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Esse é o segundo conto do universo corpos amarelos que leio e consigo perceber em cada conto, uma pincelada do universo que começa a se formar.
A história é simples e curta, mas muito divertida de ser lida.
Estou bem curioso pra saber se os personagens apresentados aqui cruzaram o caminho do personagem de Terraço.
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Passagem é um conto para quem ama histórias que mostram mundos pós-apocalípticos quebrados e os efeitos desse ambiente nas relações humanas.
No segundo conto do universo de Corpos Amarelos, Juliano mostra a relação de dois amigos, que sustentam um no outro a vontade de viver. O mais curioso é ver como um é exatamente o oposto do outro, e como isso acaba completando a amizade que existe entre os dois.
Dramático, com cenas bem colocadas de ação e um final pensativo. Novamente, Juliano arrasou. Apenas leiam.
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Uma obra que se passa em um universo pós apocalíptico que foi muito bem desenvolvida, um conto cativante, com personagens bem explorados, além do universo ser muito interessante, uma história bem curta que reflete sobre as relações humanas.
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Os Corpos Amarelos são criaturas infectadas que um dia foram saudáveis humanos. Apresentando pele amarelada e ressecada, frequentemente exibindo vísceras e órgãos internos expostos, sua aparência pútrida oculta as inúmeras limitações desses seres, que podem adotar comportamentos variados.
Embora o número exato de variantes dos Corpos Amarelos seja desconhecido, fica claro que eles passaram por diversas mutações. Desde os inativos, lembrando um eterno estado de coma, até os "quase-comuns", seres que exibem certo grau de cognição.
A disseminação da infecção permanece envolta em mistério, seja através da inalação de um pó amarelo ainda não identificado, ou do contato direto entre o corpo pútrido e um ser humano saudável.
Numa manhã de sábado, uma densa névoa de poeira varreu os céus de Belo Horizonte, trazendo consigo um agente microscópico que selaria o destino da humanidade.
Em questão de instantes, milhares de pessoas foram infectadas, dando início a uma batalha desesperada pela sobrevivência contra os poucos que ainda não haviam sido afetados.
Tudo se desenrolou num piscar de olhos. Um dia ensolarado, acompanhado por uma brisa fresca no inverno da cidade, parecia perfeitamente comum. Mas o que se seguiu transformou essa tranquilidade em um pesadelo sem precedentes.
Cadáveres jaziam espalhados pelas ruas, enquanto os sobreviventes corriam em desespero em todas as direções. Hospitais sobrecarregados lutavam para lidar com a crise, supermercados eram saqueados e atos horrendos eram perpetrados em plena luz do dia.
O mistério pairava no ar, sem que ninguém soubesse a verdade. Teorias brotavam, alimentadas pela imaginação dos radialistas. Em questão de horas, serviços essenciais, como energia e comunicação, começaram a demonstrar sinais de instabilidade.
Pouco a pouco, os corpos amarelos passaram a dominar a cidade, enquanto os poucos sobreviventes humanos lutavam para decifrar a situação terrível que se desenrolava e buscavam desesperadamente uma saída.
"O Voo da Mosca" está disponível para e-book (Amazon Kindle) e também na versão impressa (Clube de Autores). Clique no botão abaixo correspondente à versão desejada.
Gabriel Caetano
"É sempre legal ver obras que quebram a mesmice e provam que podem sair da fórmula padrão. E é isso que esse conto me mostrou, pois em vez de focar só no apocalipse e nos zumbis, se aprofunda mais na psiquê humana e sobre o estado psicológico do protagonista enquanto enfrenta o caos, coisa que não acontece nas grandes mídias, onde os protagonistas geralmente aceitam a nova realidade em questão de poucos dias".
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Aelita Lear
"O que resta da humanidade? Com esse questionamento, somos colocados em um universo distópico rodeado por corpos amarelos e poucos humanos que lutam pela sobrevivência. Neste livro, somos levados e quase que obrigados a sentir as mesmas emoções do personagem principal, que luta contra zumbis amarelos de diferentes contaminações até chegar no Terraço, numa jornada eletrizante e viciante. Terraço é aquele tipo de livro que podemos ler de uma vez só, de tão envolvente e viciante, principalmente quando terminam os capítulos"
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